XIV CONGRESO HISPANO LATINOAMERICANO DE TRASTORNOS DE LA CONDUCTA ALIMENTARIA

5 - 7 SEPTIEMBRE, 2019, RIO DE JANEIRO

Mejores Trabajos Presentados

Autores:   

Christiane Pereira – chrispsi@terra.com.br

Simone Freitassimonesfr@yahoo.com.br 

Fabia Campos – fabia.campos04@gmail.com

Keyla Smithkeylasmith1@gmail.com

Daniela Assunção – danielamanhaes22@gmail.com

Thais Perricelli – thaperricelli@gmail.com

Milene Oliveira – milene.rjbrasil@yahoo.com.br 

Raísa Lima – raisahpl@gmail.com

Antônio Caputoantoniocaputodacosta@hotmail.com

 

Instituição: Serviço de Psiquiatria do Professor Jorge Alberto Costa e Silva da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro

 

Breve CV:  Christiane PereiraPsicóloga clínica com especialização em transtornos alimentares e obesidade. Formação em Terapia sistêmica de família. Em formação internacional de Mindfulness neurocognitivo e Psicoterapia corporal.

 

Título: ELABORAÇÃO DE UM PROTOCOLO ORIGINAL PARA TRATAMENTO EM GRUPO DE PORTADORES DE TRANSTORNO DA COMPULSÃO ALIMENTAR 

 

Palavras-chave / palavras-chave.

COMPULSÃO ALIMENTAR; EQUIPE MULTIPROFISSIONAL; TRATAMENTO EM GRUPO.

 

Resumo:

Introdução: Nosso objetivo é apresentar a elaboração de um protocolo para tratamento em grupo de portadores de transtorno da compulsão alimentar (TCA) e sua aplicação no CETTAO (Clínica de Estudos e Tratamento em Transtornos Alimentares e Obesidade) no último  ano. 

Método: O  CETTAO funciona no  Serviço de Psiquiatria do Hospital Santa Casa da Misericórdia do RJ. Ao longo de quinze anos foi realizado o tratamento em grupo para pacientes obesos, com ou sem TCA. O tratamento é desenvolvido por equipe composta por psicólogos, nutricionistas, psiquiatra e educador físico. Os grupos eram compostos por cerca de 20-25 pacientes para o tratamento de 12 meses.  

A partir dessa experiência, foi elaborado o novo protocolo. A equipe multiprofissional definiu selecionar apenas pacientes com TCA tornando o trabalho mais breve e focal, em três meses, com técnicas psicoeducacionais, cognitivo-comportamentais, entrevista motivacional e orientação do comportamento alimentar. Inicialmente, são realizadas triagens compostas por entrevista e aplicação do BES (Binge Eating Scale) e avaliação antropométrica.

O protocolo atual contém um total de 12 encontros com psicólogos e nutricionistas, combinados com 3 encontros com educador físico e 4 atendimentos individuais com psiquiatra. Seu objetivo é promover mudanças nas atitudes alimentares, na relação com a comida e redução nos episódios de compulsão alimentar.

Resultados: Em 2018, tivemos dois grupos, cujo BES de entrada apresentava 75% TCA grave e 25% TCA moderada. Ao final do 12º encontro foi reaplicada a mesma escala e obtivemos 25% com TCA moderado e 75% sem TCA. Observamos melhora na qualidade de vida, maior entendimento do transtorno, menor desistência, otimização no atendimento de pacientes, aquisição de novos hábitos alimentares e maior conscientização sobre a importância de atividades físicas. 

Conclusão: Ressaltamos a importância do trabalho de uma equipe multiprofissional no tratamento de grupos de TCA para o aprimoramento de abordagens e intervenções para  remissão de sintomas.

 

Modalidade de apresentação: Oral

Authors:  Christiane Pereira chrispsi@terra.com.br

Simone Freitas simonesfr@yahoo.com.br 

Fabia Campos             fabia.campos04@gmail.com

Keyla Smith keylasmith1@gmail.com

Daniela Assunção danielamanhaes22@gmail.com

Thais Perricelli thaperricelli@gmail.com

Milene Oliveira milene.rjbrasil@yahoo.com.br 

Raísa Lima raisahpl@gmail.com

Antônio Caputo antoniocaputodacosta@hotmail.com

 

Institution: Serviço de Psiquiatria do Professor Jorge Alberto Costa e Silva da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro

Brief CV:  Christiane PereiraClinical psychologist specializing in eating disorders and obesity/ Training in Systemic Family Therapy/ In international formation of Neurocognitive mindfulness and Body psychotherapy..

 

Title:  ELABORATION OF AN ORIGINAL PROTOCOL IN GROUP TREATMENT FOR CARRIERS OF BINGE EATING DISORDER  

 

Keywords : BINGE EATING DISORDER; MULTIPROFESSIONAL TEAM; GROUP TREATMENT;

 

Abstract

Introduction: Our objective is to present the elaboration of a protocol for group treatment of patients with binge eating disorder (BED), and its application in CETTAO (Clinical Studies and Treatment in Eating Disorders and Obesity) in the last year.

Methods: CETTAO works in the Psychiatry Service of the Santa Casa da Misericórdia Hospital in Rio de Janeiro. During fifteen years the group treatment for obese patients with or without BED was performed. The treatment is developed by a team of psychologists, nutritionists, psychiatrists and physical educators. The groups consisted of about 20-25 patients for the treatment during 12 months. From this experience, the new protocol was elaborated. The multiprofessional team defined to select only patients with BED, making the work shorter and focal, in three months, with psychoeducational, cognitive-behavioral techniques, motivational interview and orientation of the alimentary behavior. Initially, screenings consisted of interview and application of BES (Binge Eating Scale), and anthropometric evaluation.

The current protocol contains a total of 12 meetings with psychologists and nutritionists, combined with 3 meetings with a physical educator and 4 individual meetings with a psychiatrist. Its aim is to promote changes in eating atitudes and reduction in episodes of binge eating.

Results: In 2018, we had two groups, whose BES of entry had 75% severe BED and 25% moderate BED. At the end of the 12th meeting, the same scale was reapplied and we obtained 25% with moderate BED and 75% without BED. Results observed: improvement in quality of life, better understanding of the disorder, less withdrawal, greater efficiency in the care of patients, acquisition of new eating habits and greater understanding of the importance of physical activities

Conclusion: We emphasize the importance of the work of a multiprofessional team in the treatment of BED groups for the improvement of approaches and interventions for remission of symptoms.

 

Presentation format: Oral

Nombre y apellido: Gabriela Ferraris Mukdise. Lic. En psicología, especialista en psicoterapia cognitiva, trabaja en Hospital Regional Dr. Ramón Carrillo, fundación La Casita e instituto CYMELL (directora), Docente en UNSE, fundación CEA; Directora de tesis (UCSE).

Título: PERSPECTIVA TRANSDIAGNÓSTICA EN EL ABORDAJE DE LA OBESIDAD Y TRASTORNO POR ATRACÓN. EMPLEO DE HABILIDADES DBT EN LOS DISPOSITIVOS TERAPÉUTICOS.

 

Transdiagnostic perspective in obesity and binge eating disorder treatment. Use of DBT skills in therapy.

 

Palabras claves/Keywords: Obesidad- Atracones- desregulación emocional Obesity- binge- emotional deregulation

 

Desde hace algunos años se demostró la superposición de factores de riesgo y protección en los trastornos alimentarios (TA) y obesidad (OB) y la posible mutación de una categoría diagnóstica a otra. Se considera que al menos un tercio de personas obesas sufre de trastorno por atracón (BED) por lo que se propone evaluarlos como un continuo dentro del espectro de la conducta alimentaria.

Descripción del caso: Paciente de 22 años, IMC= 48. Hiperfagia, excesos alimentarios y atracones, excesiva ansiedad por el resultado, expectativas elevadas, alexitimia y desregulación emocional (conductas problema: excesos y atracones). Antecedente de logros en tratamiento nutricional que no logró sostener a largo plazo.

Tratamiento: abordaje interdisciplinario. Se adaptó terapia DBT a modalidad individual y grupal (entrenamiento en habilidades: conciencia plena, regulación emocional, aceptación radical y efectividad interpersonal), ya que desde una perspectiva transdiagnóstica, pacientes con OB y BED comparten como rasgo de personalidad la dificultad para la autoregulación emocional. La evolución fue favorable (incorporación de hábitos saludables, remisión de conductas problema, incorporación de conductas de autoregulación adaptativas, aumento de autoeficacia percibida y autonomía, vínculos interpersonales funcionales).El entrenamiento en habilidades DBT en estos cuadros resultan beneficiosas para el abordaje de las dificultades transdiagnósticas, permitiendo que los logros se sostengan a mediano y largo plazo y se generalicen a otras áreas de desempeño de los invididuos.

Marta Rojo1

Correo electrónico: marta.rojo@uam.es

 

Marta Marín1

Correo electrónico: marta.marinperez@estudiante.uam.es

 

Sara Foguet1

Correo electrónico: sara.foguet@estudiante.uam.es

 

Mario Vivar

Correo electrónico: mariovivarmora@gmail.com

 

Andrea Fernández1

Correo electrónico: andrea.delrio@estudiante.uam.es

 

Tatiana Lacruz1

Correo electrónico: tatiana.lacruz@uam.es

 

Santos Solano1

Correo electrónico: santos.solano@uam.es

 

Montserrat Graell2

Correo electrónico: montserrat.graell@salud.madrid.org

 

Ana Rosa Sepúlveda1

Correo electrónico: anarosa.sepulveda@uam.es

 

1 Departamento de Psicología Biológica y de la Salud. Facultad de Psicología. Universidad Autónoma de Madrid. Calle Iván Pavlov, 6, 28049. Madrid, España.

 

2 Servicio de Psiquiatría y Psicología del Hospital Infantil Niño Jesús. Avenida de Menéndez Pelayo, 65, 28009. Madrid, España.

 

BREVE CV DEL PRIMER AUTOR (5 líneas como máximo)

Marta Rojo es Psicológica General Sanitaria (2018). Actualmente, realiza el Doctorado en Psicología Clínica y de la Salud y ha obtenido una Beca predoctoral de investigación y docente FPU (FPU/2017) por el Ministerio de Educación, en la Universidad Autónoma de Madrid. Colabora en el equipo de investigación ANOBAS desde 2015, quienes están desarrollando un Estudio controlado aleatorizado sobre un Programa de intervención psico-familiar en obesidad infantil. Financiado por: PSI2016- 79471-R.

 

TÍTULO

 

  • “ESTUDIO SOBRE LOS ESTILOS DE ALIMENTACIÓN DE RIESGO EN EL MANTENIMIENTO DE LA OBESIDAD INFANTIL: RESPUESTA A FACTORES EMOCIONALES Y FAMILIARES”
  • “STUDY ON RISK FEEDING STYLES IN THE MAINTENANCE OF CHILDHOOD OBESITY: RESPONSE TO EMOTIONAL AND FAMILY FACTORS”
  • Título breve: Estilos de alimentación de riesgo en obesidad infantil: factores emocionales y familiares.

 

PALABRAS CLAVE

Obesidad infantil; estilos de alimentación; factores familiares.

 

RESUMEN

 

Introducción: El comer emocional, externo y la restricción alimentaria son estilos de alimentación de riesgo en el desarrollo de episodios de atracón, obesidad y otras patologías alimentarias. En estudios previos se concluye que el estilo y las prácticas parentales pueden ser un factor de riesgo en la conformación de un estilo alimentario patológico en el niño/a. Crecer en un ambiente más restrictivo favorece la alimentación externa en los hijos.

Objetivo y método: El objetivo general fue analizar la presencia de estilos de alimentación de riesgo en 107 niños/as de 8-12 años con exceso de peso (P≥85) y sus cuidadores principales al inicio de un programa de intervención. Se estudió la asociación entre variables emocionales y familiares, concretamente, sintomatología psicológica (ansiedad, depresión, autoestima, perfeccionismo) del niño, niveles de emoción expresada (EE) en el contexto familiar, estilo de alimentación y prácticas alimentarias parentales, con la presencia de alimentación patológica en los menores.

Resultados: Los niños/as con exceso de peso con mayor malestar a nivel psicológico, especialmente niveles más altos de ansiedad, presentan mayores niveles de comer emocional, externo y restricción alimentara (p< 0,05). Los progenitores presentan estilos de alimentación problemáticos, siendo la restricción alimentaria la más prevalente. La presencia de alimentación externa y emocional en la madre, se relaciona con el comer emocional del niño, mientras que un estilo más restrictivo del niño/a se asocia con la presencia de comer emocional en el padre (p<0,05). Sólo la presencia de comer emocional en los niños/as se ha relacionado de manera significativa con la restricción alimentaria materna. Un 41,6% de las madres superan el punto de corte de riesgo en EE-sobreimplicación familiar, se asocia a mayor comer emocional en los niños/as, mientras que la presencia de comentarios críticos en el padre (15,9%), se asocia en el comer externo de los niños/as (p<0,05).

Conclusión: Esta muestra de niños/as con exceso de peso presentan más dificultades a nivel psicológico y parece que la comida se utiliza para regular este malestar. Los estilos alimentarios externo y restrictivo de los padres, favorecen estilos de alimentación de riesgo en los menores, especialmente, en la conducta del comer emocional, asociada a la obesidad. Las estrategias de intervención en obesidad infantil deben contemplar el trabajo de la regulación emocional y favorecer la implicación y participación activa de las familias.

Este estudio se incluye dentro de un Proyecto financiado por el MINECO (Convocatoria RETOS. PSI2016-79471-R).

 

MODALIDAD DE PRESENTACIÓN DE PREFERENCIA: COMUNICACIÓN ORAL

Susana Saravia*, Claudia Cruzat*, Fernanda Díaz*, Paula Lizana*, Daniela Gómez** y Francisca Corona***

*Centro de Estudios de la Conducta Alimentaria (CECA), Escuela de Psicología, Universidad Adolfo Ibáñez; **Hospital Clínico de la Universidad de Chile,  ***Unidad de Adolescencia Clínica Las Condes.

Autor para correspondencia: Susana Saravia Gonzalez, susaravia@alumnos.uai.cl, Diagonal Las Torres 2640. Peñalolén. Santiago, Chile.

BREVE CV

Susana Saravia González 

Psicóloga, Magíster en Psicología Clínica, especialidad en Trastornos de la Conducta Alimentaria y Obesidad, Universidad Adolfo Ibáñez (UAI), Santiago, Chile.

Centro de Estudios de la Conducta Alimentaria (CECA). Unidad de Trastornos de la Conducta Alimentaria Hospital Clínico de la Universidad de Chile, Santiago, Chile.

RESUMEN

La clasificación de los Trastornos Alimentarios Infantiles es diversa encontrándose como característica común las conductas problemáticas en la alimentación de carácter restrictiva o selectiva con respecto al tipo, textura o presentación de las comidas, las que generan estrés significativo entre los padres. El objetivo general de esta investigación consiste en analizar la relación entre las estrategias parentales utilizadas en torno a la alimentación, y la conducta alimentaria infantil, frente a un Trastorno Alimentario Infantil. El enfoque de la investigación es de tipo cuantitativo, de carácter exploratorio, diseño correlacional, no experimental, y de corte transversal. Para la selección de los participantes se utilizó un muestreo no probabilístico. El tamaño muestral quedó constituido por 24 participantes. Para la recolección de datos se implementó el Child Eating Behaviors Questionnaire y Child Feeding Questionnaire, realizándose un análisis estadístico descriptivo, junto con análisis correlacionales. Los principales resultados y conclusiones muestran que existe una relación entre estrategias alimentarias parentales controladoras, es decir, presión para comer y restricción alimentaria, y conductas alimentarias infantiles de rechazo frente a los alimentos, subalimentación emocional, lentitud para comer, menor disfrute de alimentos y respuesta inmediata de saciedad. Los hallazgos de este estudio permiten observar que el predominio de estrategias alimentarias parentales controladoras podrían facilitar un efecto contraproducente en la ingesta alimentaria infantil, disminuyendo la adherencia a los alimentos por parte del niño y manteniendo la sintomatología de evitación alimentaria.

Palabras claves: Trastornos alimentarios infantiles (TAI), prácticas alimentarias, estrategias parentales, malnutrición.

Key words: Child feeding disorders (TAI), feeding practices, parental strategies, malnutrition.

Modalidad de presentación de preferencia: Comunicación Oral

Vanessa Barbosa Facina1 – vanessafacina@yahoo.com.br Rita de Cássia Ribeiro Silva – rcrsilva@ufba.br

Maria Ester Pereira Conceição Machado – estercmachado@yahoo.com.br Sandra Maria Chaves dos Santos – sandra.mchaves@gmail.com

Mônica Leila Portela de Santana – monicalportela@gmail.com Universidade Federal da Bahia.

1 Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Alimentos, Nutrição e Saúde da Escola

de Nutrição, da Universidade Federal da Bahia. Professora Adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Aprimoramento Interdisciplinar em Transtornos Alimentares, AMBULIM IPq-HCFMUSP. Mestrado em Alimentos e Nutrição, UNESP, e graduação em Nutrição, Universidade Estadual do Centro-Oeste.

 

EXCESSO DE PESO E COMPORTAMENTOS ALIMENTARES DESORDENADOS: UMA VISÃO A PARTIR DA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Overweight and disordered eating behaviors: a view from food and nutrition security

 

Palavras-chave: Excesso de Peso. Comportamentos Alimentares Desordenados. Segurança Alimentar e Nutricional.

Keywords: Overweight. Disordered Eating Behaviors. Food and Nutrition Security.

 

Introdução: Altamente prevalentes em adolescentes, excesso de peso e comportamentos alimentares desordenados representam grandes desafios de saúde pública devido às suas consequências clínicas e psicossociais. Para além disso, a situação de segurança alimentar e nutricional pode influenciar na interação entre estes fenômenos.

Objetivo: Avaliar a associação entre excesso de peso e comportamentos alimentares desordenados, de acordo com situação de segurança alimentar e nutricional domiciliar, em adolescentes.

Materiais e métodos: Estudo transversal realizado com amostra aleatória de 1.215 estudantes (ambos os sexos e idade entre 11-17 anos) de escolas públicas de Salvador, Brasil. Os instrumentos Teste de Atitudes Alimentares-26 e Teste de Investigação Bulímica de Edimburgo foram aplicados. Excesso de peso foi definido pelo percentil do índice de massa corporal/idade e sexo recomendado pela WHO/2007. A Escala Brasileira de Insegurança Alimentar classificou o domicílio quanto a segurança alimentar e nutricional. Para avaliar a associação entre variáveis de exposição e resposta utilizou-se Regressão Logística, ajustada por sexo e maturação sexual. Utilizou-se programa estatístico STATA 15.1.

Resultados: A maioria dos adolescentes era do sexo feminino (57,8%) com idade igual ou superior a 14 anos (56,5%). Foram identificados 15,0% de sintomas de anorexia nervosa e 9,4% de bulimia nervosa e prevalência de excesso de peso de 15,4% entre os adolescentes. A insegurança alimentar estava presente em 66,3% dos domicílios. A análise de regressão logística mostrou que entre os adolescentes residentes em domicílios com segurança alimentar e nutricional, há uma associação positiva entre excesso de peso (ORAjustada: 2,14; IC: 1,05-4,39) e sintomas de anorexia nervosa. Ademais, no grupo de adolescentes em domicílio nutricionalmente inseguro, o excesso de peso (ORAjustada: 5,23; IC: 2,75-9,94) se associou com sintomas bulímicos.

Conclusão: Ter excesso de peso aumenta a chance de ocorrência de comportamentos alimentares desordenados, com sintomas de anorexia nos domicílios seguros e de bulimia nervosa nos inseguros nutricionalmente.

 

Modalidade de apresentação: comunicação oral.

Autores: Camila Dias Marques (camila.marquee@gmail.com), Everton Poubel Santana (evertonpoubel@gmail.com), Marseylle Louise de Assis Brasil (marseylle@hotmail.com), Louise Moreira de Castro Santos (louise.decastro08@yahoo.com.br), Solange de Castro Valente (solvalente44@yahoo.com.br), Maria Cláudia Lobato Novais (marialobatonovais@gmail.com), Ana Maria Máximo (anamaximo88@gmail.com) e Simone Silva Freitas (simonesfr1@gmail.com)

 

Instituto em que o estudo foi conduzido: Clínica de Estudos e Tratamento em Transtornos Alimentares e Obesidade (CETTAO) do Instituto de Psiquiatria do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro.

 

Currículo da Apresentadora: Psicóloga (UFRJ); Terapeuta cognitivo-comportamental (CPAF-RJ); Especialista em Transtornos Alimentares: Obesidade, Anorexia e Bulimia (PUC-Rio); Psicóloga e Monitora da Clínica de Estudos e Tratamento de Transtornos Alimentares (CETTAO); Professora dos Cursos de Pós-Graduação e Formação em TCC do CPAF- RJ; Coordenadora do Curso de Extensão em Transtornos Alimentares do CAAESM; Supervisora Clínica.

 

Palavras-chave: Autocompaixão, Transtornos Alimentares, Revisão Sistemática

 

Resumo:

Introdução: A autocompaixão se caracteriza como uma atitude não crítica do sujeito para consigo mesmo, ao passo que aceita o seu próprio sofrimento tendo atitudes de cuidado e compreensão para consigo, deixando de lado quaisquer avaliações em relação a ações ou erros cometidos e passando a entender que sua experiência faz parte de uma experiência semelhante à de outras pessoas. A falta de autocompaixão pode vir a desenvolver um auto criticismo intenso, contribuindo para o surgimento e manutenção de psicopatologias. Objetivo: este estudo realizou uma revisão sistemática da literatura sobre como tem sido vista a relação da autocompaixão com a bulimia, anorexia e transtorno de compulsão alimentar periódica. Método: foi realizada uma pesquisa nas bases de dados PsycINFO, PUBMed e Web of Science utilizando os descritores Eating Disorder e Self-Compassion por dois avaliadores independentes que selecionaram apenas artigos científicos referentes a temática pretendida, excluindo-se capítulos de livros, dissertações e teses. Resultado: o total de seis artigos foram selecionados para serem analisados por especialistas na temática de transtornos alimentares e seus dados sintetizados. Discussão: a partir dos artigos é possível chegar a algumas conclusões. A autocompaixão está correlacionada com os sintomas de transtornos alimentares de forma inversamente proporcional, sendo a autocompaixão, também, um fator de proteção contra esse tipo de psicopatologia. Programas individuais ou grupais que contenham componentes que visem melhorar sintomas de autocrítica e vergonha, focando principalmente a autocompaixão, possuem efeitos mais benéficos do que tratamentos usuais. Dentre as limitações descritas pelos estudos se destaca principalmente o fato que não foram encontradas diferenças significativas dos tratamentos usuais dos tratamentos focados em compaixão para o tratamento da anorexia necessitando-se, assim, de mais estudos para ampliar o efeito no sentindo de ajudar a essa população.

 

Modalidade de Apresentação: Comunicação Oral

 

EATING DISORDERS AND SELF-COMPASSION: A REVIEW OF THE LITERATURE

 

Authors: Camila Dias Marques (camila.marquee@gmail.com), Everton Poubel Santana (evertonpoubel@gmail.com), Marseylle Louise de Assis Brazil (marseylle@hotmail.com), Louise Moreira de Castro Santos (louise.decastro08@yahoo) , Solange de Castro Valente (solvalente44@yahoo.com.br), Maria Cláudia Lobato Novais (marialobatonovais@gmail.com), Ana Maria Máximo (anamaximo88@gmail.com) and Simone Silva Freitas (simonesfr1@ gmail.com)

 

Institute where the study was conducted: Clinical Studies and Treatment in Eating Disorders and Obesity (CETTAO) of the Institute of Psychiatry of the General Hospital of Santa Casa da Misericórdia in Rio de Janeiro.

 

Curriculum: Psychologist graduated from the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ). Cognitive-Behavioral Therapist by CPAF-RJ. Specialist in Eating Disorders and Obesity at PUC-RJ. Psychologist and Monitor of the Clinic of Studies and Treatment in Eating Disorders and Obesity (CETTAO) of Santa Casa da Misericórdia. Professor of the Post-Graduation Course at CPAF-RJ and Coordinator of the Extension Course in Eating Disorders at CAAESM. Clinical Supervisor.

 

Keywords: Self-Compassion, Eating Disorders, Systematic Review

 

Abstract:

Introduction: Self-Compassion is characterized as a non-critical attitude of the subject towards oneself, while accepting their own suffering having care and understanding towards themselves, leaving aside any evaluations regarding actions or mistakes made and coming to understand that your experience is part of an experience similar to that of other people. The lack of Self-Compassion can lead to intense self-criticism, contributing to the emergence and maintenance of psychopathologies. Objective: This study carried out a systematic review of the literature on the relationship between Self-Compassion and bulimia, anorexia and periodic eating disorder. Method: A search was performed on the PsycINFO, PUBMed and Web of Science databases using the descriptors Eating Disorder and Self-Compassion by two independent evaluators who selected only scientific articles referring to the desired subject, excluding chapters of books, dissertations and theses. Results: the total of six articles were selected to be analyzed by specialists in the issue of eating disorders and their synthesized data. Discussion: from the articles it is possible to reach some conclusions. Self-Compassion is correlated with the symptoms of eating disorders in an inversely proportional way, and self-pity is also a protective factor against this type of psychopathology. Individual or group programs that contain components aimed at improving symptoms of Self-Compassion and shame, focusing primarily on Self-Compassion, have more beneficial effects than usual treatments. Among the limitations described by the studies, it is highlighted the fact that no significant differences were found in the usual treatments of compassionate treatments for the treatment of anorexia, thus requiring further studies to increase the effect in the sense of helping this population.

 

Presentation Format: Oral Communication 

Autores: Juliana Silvani*julianasilvani@gmail.com; Maria Angélica Antunes Nunes. Programa de Pós-graduação em Epidemiologia – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

 

*Mestre em Epidemiologia pela UFRGS, Nutricionista pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Supervisora no Estudo Lifesytle INtervention for Diabetes prevention After pregnancy (LINDA-Brasil).

 

IMPACTO DA COMPULSÃO ALIMENTAR NA GRAVIDEZ SOBRE O GANHO DE PESO GESTACIONAL E O PESO NO PÓS-PARTO EM MULHERES COM DIABETES MELLITUS GESTACIONAL

 

Introdução: O comportamento alimentar influência no ganho de peso gestacional (GPG). Compulsão alimentar é um preditor de GPG excessivo. Pouco se sabe sobre os efeitos da compulsão alimentar em mulheres com Diabetes Mellitus Gestacional (DMG).

Objetivo: Avaliar a relação entre compulsão alimentar na gestação e ganho de peso gestacional e retenção do peso no pós-parto em mulheres com DMG.

Métodos: Estudo de coorte, multicêntrico, com 1467 participantes que tiveram DMG, acima de 18 anos. Dados obtidos da linha de base e do seguimento no pós-parto do estudo Lifestyle INtervention for Diabetes prevention After pregnancy (LINDA- Brasil). Compulsão alimentar baseou-se na definição do DSM V. O GPG foi classificado de acordo com a recomendação do Institute of medicine (2009).

Resultados: Em média as participantes tinham 32 anos e IMC pré-gestacional médio de 31 kg/m². A compulsão alimentar esteve presente em 30,4% das participantes durante a gravidez, e em 31,2% no pós-parto. As mulheres com compulsão alimentar durante a gestação tiveram maior prevalência de GPG excessivo em todas as categorias de IMC pré-gestacional, comparado com as que não apresentaram compulsão alimentar na gestação. O risco de GPG excessivo foi 60% maior entre quem apresentou compulsão alimentar na gravidez versus quem não apresentou compulsão alimentar na gravidez. A retenção de peso foi maior  entre quem apresentou compulsão alimentar na gestação 2,85 ±7,71kg versus -0,73 ±7,41kg em quem não  apresentou o comportamento (p-valor <0,0001). O risco de reter peso no pós-parto acima do percentil 75 foi 22% maior entre aquelas que apresentaram compulsão alimentar na gestação.

Conclusão: Mulheres com DMG que apresentaram compulsão alimentar na gestação tiveram maior GPG e maior retenção de peso pós-parto comparadas aquelas que não apresentaram o comportamento. Constata-se a importância de investigar o comportamento da compulsão alimentar na gestação, como auxilio para adequação do GPG.

Palavras-chaves: diabetes mellitus gestacional, compulsão alimentar, ganho de peso gestacional.

Modalidade de apresentação de preferência: comunicação oral.

 

THE IMPACT OF BINGE EATING DURING PREGNANCY ON GESTATIONAL WEIGHT GAIN AND POSTPARTUM WEIGHT IN WOMEN WITH GESTATIONAL DIABETES MELLITUS

 

ABSTRACT

 

Introduction: Eating behavior influences on Gestational Weight Gain (GWG). Binge eating is a predictor of excessive GWG. Little is now known about the effects of binge eating in women with Gestational Diabetes Mellitus (GDM).

Objective: to evaluate the relationship between binge eating in pregnancy and gestational weight gain and postpartum weight retention in women with GDM.

Methods: Multicenter cohort study with 1467 participants who had GDM above 18 years old. Data obtained from the baseline and follow-up of postpartum study’s Lifestyle INtervention for Diabetes Prevention After Pregnancy (LINDA- Brazil). Binge eating is based on the definition of the DSM-V. GWG has been classified in accordance with the recommendation of the Institute of Medicine (2009).

Results: on average, the participants were 32 years old with pre-pregnancy BMI of 31 kg/m². Binge eating was present during pregnancy at 30.4% of participants during pregnancy, and 31.2% in postpartum. Women with binge eating during gestation had a higher prevalence of excessive GWG in all categories of pre-pregnancy BMI, compared with those who did not binge eating during gestation. The risk of GWG was 60% higher between who reported binge eating in pregnancy versus those who did not binge eating in pregnancy. Weight retention was higher among those who presented binge eating in pregnancy 2.85 ± 7.71 kg versus -0.73 ± 7.41 kg who did not report the behavior (p-value < 0.0001). The risk of postpartum weight retention above the 75th percentile was 22% higher among those who reported binge eating during pregnancy.

Conclusion: Women with GDM who presented binge eating during pregnancy had higher GWG and higher postpartum weight retention compared to those who did not. It is important to investigate the behavior of binge eating in pregnancy, such as aid for adaptation of the GWG.

Keywords: gestational diabetes mellitus, binge eating, gestational weight gain.

Lucía Beltránˡ

Email: lucia.beltran@uam.es

 

Jone Martínezˡ

Email: jonemarbac@gmail.com

 

Tatiana Lacruzˡ

Email: tatiana.lacruz@uam.es

 

Santos Solanoˡ

Email: santos.solano@uam.es

 

Miriam Blancoˡ

Email: Miriam.blancoh@gmail.com

 

Yolanda Martin-Peinador² Email: yolmarpei@gmail.com

 

Monserrat Graell³

Email: monserrat.graell@salud.madrid.org

 

Ana Rosa Sepúlvedaˡ

Email: anarosa.sepulveda@uam.es

 

ˡ Departamento de Psicología Biológica y de la Salud. Facultad de Psicología. Universidad Autónoma de Madrid. Calle Iván Pavlov, 6, 28049. Madrid, España.

² Servicio de Pediatría de Atención Primaria del Centro de Salud de Goya. Calle de O’Donnell, 55, 28009, Madrid, España.

³ Servicio de Psiquiatría y Psicología de Hospital Infantil Universitario Niño Jesús. Avenida de Menéndez Pelayo, 65, 28009, Madrid, España.

 

BREVE CV DEL PRIMER AUTOR:

 

Doctoranda en Psicología Clínica y de la Salud, ha obtenido una beca predoctoral de investigación y docencia (FPU/2017), para realizar su tesis sobre el estudio de la evolución natural de un cuadro inicial de obesidad infantil. Máster en Psicología General Sanitaria (2017, UAM) y Título Experto en Intervención Multidisciplinar para Trastornos Alimentarios de (2017, ADEIT-UV). Experiencia clínica en centros especializados en TCA y obesidad.

 

TÍTULO: LA PÉRDIDA DE CONTROL SOBRE LA COMIDA (LOC) COMO FACTOR CLAVE DE LA SINTOMATOLOGÍA PSICOLÓGICA ASOCIADA A OBESIDAD INFANTIL.

TITLE: LOSS OF CONTROL EATING (LOC) AS A KEY FACTOR OF THE PSYCHOLOGICAL SYMPTOMATOLOGY RELATED TO CHILDHOOD OBESITY.

 

PALABRAS CLAVE: obesidad infantil, psicopatología alimentaria, pérdida de control sobre la comida.

KEY WORDS: childhood obesity, eating psychopathology, loss-of-control eating.

 

RESUMEN

Introducción y objetivo: Dadas las dificultades de la evaluación de Trastorno por Atracón durante la infancia, los episodios de pérdida de control sobre la comida (LOC) pueden ser un síntoma clave. El objetivo es conocer la prevalencia de psicopatología alimentaria en función del tipo de evaluación, y hallar qué características psicológicas diferencian a los menores con sobrepeso u obesidad que presentan LOC de aquellos que no.

 

Material y métodos: se evaluó a 170 menores de entre 8 y 12 años con sobrepeso u obesidad (P>85) a través de Centros de Atención Primaria de Madrid. Se recogieron datos sociodemográficos y medidas psicológicas mediante la entrevista diagnóstica K-SADS-R y cuestionarios autoaplicados: riesgo de alimentación patológica (ChEAT), sintomatología depresiva (CDI), ansiedad (STAIC), autoestima general (LAWSEQ), autoestima corporal (BES), burlas percibidas (POTS) y perfeccionismo (CAPS).

 

Resultados: El 15.2% de la muestra superó el punto de corte del ChEAT, presentando riesgo de alimentación patológica; el 5.88% presentó TCA mediante entrevista diagnóstica (2.35% Trastorno por Atracón), y el 33.53% presentaba episodios LOC. No se encontró relación entre presencia de LOC y diagnóstico clínico de TCA según DSM-V; no obstante, el grupo con LOC presentó un mayor riesgo de patología alimentaria mediante el ChEAT (p<.02). Se encontraron diferencias significativas en el grupo con LOC (p<.02): mayor z-IMC, menor autoestima corporal, mayor sintomatología ansiosa, mayor frecuencia de burlas hacia el peso, y mayor efecto de las burlas tanto hacia el peso como a competencias; frente al grupo sin LOC.

 

Conclusión: Acorde con estudios previos en muestras con exceso de peso infantil, se halla una prevalencia de TCA moderada y una elevada presencia de episodios LOC, que está relacionada con psicopatología alimentaria y general. Estos hallazgos confirman que la exclusión de episodios LOC como criterio diagnóstico puede infraestimar la presencia de patología alimentaria durante esta edad. Se recomienda el abordaje de los episodios LOC en los programas de prevención de la obesidad infantil en el contexto escolar con el fin de disminuir la sintomatología asociada. Este estudio se incluye dentro de un Proyecto financiado por el Ministerio de Innovación y Ciencia (PSI2011-23127).

MODALIDAD DE PRESENTACIÓN DE PREFERENCIA: Comunicación Oral

Dra. Daniela Gómez1, Ps. Susana Saravia1y2, Claudia Cruzat-Mandich2, Fernanda Diaz2, Ps. Paula Lizana 2, T.O. Erna Imperatore Blanche3.

1 Universidad de Chile 

2 Universidad Adolfo Ibáñez 

3 Universidad de South California 

Autor para correspondencia: Daniela Gómez Aguirre, dgomezaguirre@gmail.com

Dra. Daniela Gómez Aguirre

Psiquiatra de Adultos.

Profesor Asistente, Departamento de Psiquiatría y Salud Mental, Sede Norte,

Unidad de Trastornos de la Conducta Alimentaria y Unidad de Enlace, Universidad de Chile.

Máster en Trastornos de la Conducta Alimentaria y Obesidad.

Fellow Member of Academy of Eating Disorders.

Past President del Capítulo Hispanolatinoamericano de la Academy of Eating Disorders.

 

RESUMEN

Introducción: Los Trastornos de la Conducta Alimentaria (TCA) son enfermedades psiquiátrica graves, con etiopatogenias de desarrollo neurológico multifactorial, caracterizadas por una alteración generalizada de la imagen corporal. El procesamiento del concepto de imagen corporal requiere la integración de los diferentes tipos de experiencia sensorial relacionada con el cuerpo. En TCA, los estudios sobre aspectos somatosensoriales hasta el momento han sido más bien escasos.

Objetivo del estudio: correlacionar la presencia de una falla en la Integración Sensorial en pacientes con diagnóstico de TCA, con mayor o menor presencia de distorsión de la imagen corporal (DIC) como síntoma.

Método: El enfoque de la investigación es de tipo cuantitativo, de carácter exploratorio, diseño correlacional, no experimental, y de corte transversal. Para la selección de los participantes se utilizó un muestreo no probabilístico intencionado. La muestra quedó constituida por 42 participantes pertenecientes a la muestra clínica y 173 participantes del grupo de control. Para la recolección de datos se implementó el Body Appreciation Scale (BAS), Adult Sensory Processing Scale (ASPS), Eating Disorders Inventory (EDI-2) y Escala de Valoración de la Imagen Corporal de Gardner, realizándose un análisis estadístico descriptivo, junto con análisis correlacionales.

Resultados y conclusiones: Existen relaciones estadísticamente significativas entre la presencia de un TCA, con distorsión de imagen corporal, y alteración propioceptiva y vestibular, a diferencia de los controles sanos. A su vez, predomina una hipersensibilidad auditiva seguida por alerta e hipersensibilidad táctil en las participantes con un TCA y DIC. Los hallazgos sugieren hipersensibilidad a experiencias sensoriales, dificultades en identificar y discriminar sensaciones viscerales, y señales propioceptivas, lo que permitiría reorientar el tratamiento de la distorsión de la Imagen Corporal, en estas pacientes, incorporando técnicas de integración sensorial. 

Palabras claves: Trastorno de la Conducta Alimentaria (TCA), integración sensorial, distorsión de imagen corporal.

Key words: Eating disorder, sensory integration, distortion of body image.

Modalidad de presentación de preferencia: Comunicación Oral

Mayaro Ortega Luyando psic.mayaro@gmail.com

Brenda Gabriela Sánchez Trejo brentt_lestrange@hotmail.es

Adriana Amaya Hernández amayahad@gmail.com

Georgina Leticia Alvarez Rayón alvarezr@unam.mx 

Juan Manuel Mancilla Díaz jmmancilla@unam.mx

 

Universidad Nacional Autónoma de México. Financiado por PAPIIT-IN307218

 

La Dra. Mayaro Ortega Luyando cursó sus estudios de Posgrado en la Universidad Nacional Autónoma de México. Actualmente es Profesora de Carrera en la misma Institución. Realiza investigación en el área de trastornos alimentarios, imagen corporal y obesidad infantil. Ha publicado en revistas de impacto nacional como internacional y ha expuesto su trabajo en congresos especializados.

 

Título: IMAGEN CORPORAL, TRASTORNOS ALIMENTARIOS Y SINTOMATOLOGÍA ASOCIADA EN BAILARINES DE DANZA FOLKLÓRICA

Title: BODY IMAGE, EATING DISORDERS AND SYMPTOMATOLOGY ASSOCIATED IN FOLKLORIC DANCERS

Palabras clave: Sintomatología de trastorno alimentario; Bailarines de danza folklórica; varones 

Key words: Eating disorder symptomatology; folkloric dancers; men 

Dada la exigencia en la disciplina dancística, en cuanto a los requerimientos corporales del bailarín, se han llevado a cabo diversos estudios sobre imagen corporal y trastornos alimentarios (TA), sin embargo, las investigaciones se centran primordialmente en mujeres, siendo escasos los datos en varones. Por tal motivo, el objetivo del presente trabajo fue conocer la sintomatología de anorexia nerviosa (AN), imagen corporal y las características psicológicas asociadas a los TA en bailarines y bailarinas de danza folklórica profesionales (n = 30). El estudio fue de dos fases, en la primera se aplicaron el Eating Attitudes Test-26 para sintomatología de AN, Body Shape Questionnaire para insatisfacción corporal y Eating Disorder Inventory-3 para las características psicológicas asociadas al TA. En la segunda fase se entrevistaron a todos aquellos que hayan rebasado punto de corte y además a un grupo seleccionado de forma aleatoria. Como resultados descriptivos 7 de los participantes rebasaron punto de corte (23.33), 3 hombres (10%) y 4 mujeres (13.3%) y sólo 2 (hombre y mujer respectivamente) fueron diagnosticados con insatisfacción corporal y en alto riesgo de desarrollar AN. En cuanto a IMC todos entraron en categoría normopeso XIMC mujeres = 21.9; DE = 1.71 y XIMC varones = 23.4; DE = 1.57; 70% de los varones y 82% de las mujeres reportaron haber modificado sus hábitos alimentarios para bajar de peso desde que son bailarines. Finalmente, el perfeccionismo y el miedo a madurar fueron las características de la personalidad más comunes en mujeres y el déficit interoceptivo y perfeccionismo en varones. Se concluye que tanto los hombres como mujeres son vulnerables para desarrollar un TA, sobre todo en el ámbito de danza profesional.

Modalidad de presentación: Comunicación oral

Autores: Esteban Jaime Camacho Ruiz; María del Consuelo Escoto Ponce de León; Georgina Contreras Landgrave; Brenda Sarahi Cervantes Luna.

Sobre el autor principal: Dr. en psicología, integrante del Sistema Nacional de Investigadores, autor y coautor de 60 artículos y capítulos de libros nacionales e internacionales, director de 40 tesis de pregrado y posgrado. Correo: jaime_camacho_ruiz@hotmail.com

Institución de procedencia de los autores: Universidad Autónoma del Estado de México.

 

Título: Prevención de alteraciones de la imagen corporal en adolescentes mexicanos/Prevention of body image biases in Mexican adolescents.

Palabras clave: Adolescencia, Imagen Corporal, Autoestima, Trastornos Alimentarios, Insatisfacción Corporal.

Keywords: Adolescence, Body Image, Self-esteem, Eating Disorders, Body Dissatisfaction.

 

Resumen 

Introducción. En la adolescencia suelen plantearse distintas formas de comportamiento y problemas a nivel individual y familiar, que a su vez adquieren un peso y un matiz de acuerdo a la sociedad a la que se pertenece. Por ello, en el campo de educación para la salud resulta importante conocer de manera particular las características de los problemas que presentan los adolescentes. En especial aquellos que los ponen en riesgo de desarrollar trastornos de alteraciones de la imagen corporal (como los trastornos de conducta alimentaria, autoestima, alimentación, medios de comunicación.). Objetivo: Desarrollar e implementar un programa de intervención, para la prevención de alteraciones de la imagen corporal en adolescentes. Método: El estudio se llevó a cabo en una Escuela Secundaria Técnica en el municipio de Nezahualcóyotl, con adolescentes de 11 a 13 años de edad. Los 100 participantes incluidos en este estudio se dividieron en dos grupos: grupo control, conformado por 49 estudiantes de la escuela secundaria del turno matutino, y grupo con intervención, conformado por 51 estudiantes del mismo grado. El grupo control, estuvo compuesto por 25 mujeres y 25 hombres. El grupo experimental, estuvo compuesto por 30 mujeres y 20 hombres. Resultados: Se encontró que los adolescentes de nivel secundaria tanto hombres como mujeres, presentaron algunos trastornos de la imagen corporal. Es notable que la insatisfacción corporal se presentara más en las mujeres.

Conclusiones: A partir de estos resultados, se presenta la necesidad de seguir investigando las tendencias de esta problemática y la instrumentación de programas en salud en prevención de la insatisfacción corporal en los adolescentes.

 

Modalidad de participación. Comunicación oral

Autores: María del Consuelo Escoto Ponce de León; Esteban Jaime Camacho Ruiz; Brenda Sarahi Cervantes Luna.

Sobre la autora principal: Dra. en psicología, integrante del Sistema Nacional de Investigadores del CONACYT, México, autora y coautora de 50 artículos en revistas indizadas nacionales e internacionales, directora de 40 tesis de pregrado y posgrado. Correo: consuelo_escoto@hotmail.com 

Institución de procedencia de los autores: Universidad Autónoma del Estado de México.

 

Título: Consumo de suplementos y esteroides anabolizantes en gimnasios de México/Consumption of supplements and anabolic steroids in gyms in Mexico

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Palabras clave: Adolescencia, Imagen Corporal, Autoestima, Trastornos Alimentarios, Insatisfacción Corporal.

Keywords: Suplementos, Esteroides Anabolizantes, Usuarios de Gimnasio/Supplements, Anabolic Steroids, Gym Users                                         Modalidad de presentación: presentación oral

 

Introducción. Al asistir al gimnasio, muchas personas se vuelven presa de entrenadores, quienes les distribuyen sustancias para mejorar la estructura y el funcionamiento de los músculos. Objetivo: evaluar el consumo de suplementos alimenticios y de esteroides anabolizantes; y su relación con los síntomas de dismorfia muscular e identificar tipologías de usuarios de gimnasio usando análisis de conglomerados. 

Material y métodos. Los participantes fueron 65 usuarios de gimnasio (40 hombres y 25 mujeres) de 15 a 72 años de edad (M = 30.9, DE = 13.1), quienes asistían a tres gimnasios de Mazatlán, México, y habían hecho ejercicio por al menos seis meses, dos veces por semana, y durante, al menos una hora por sesión. Procedimiento. Después de obtener consentimiento informado y permiso de las autoridades de los gimnasios, los participantes completaron el Cuestionario de Uso de Sustancias, que incluye datos sociodemográficos, características del ejercicio de musculación, consumo de suplementos alimenticios y de esteroides anabolizantes, lista de 12 suplementos alimenticios y de 23 esteroides anabolizantes. El deseo de ser musculoso fue medido con la Escala de Motivación por la Musculatura. Para evaluar los síntomas de dismorfia muscular, se usó la Escala de Satisfacción con la Apariencia Muscular.

Resultados. El consumo de suplementos (69.2%) y el de esteroides (24.6%), fue alto. Los hombres consumen proteína, testosterona, estanozolol. Las mujeres vitaminas y minerales y solo una  esteroides. Los suplementos y esteroides consumidos, correlacionaron con el índice de masa corporal, con la motivación por adelgazar y con los síntomas de dismorfia muscular. El análisis de conglomerados formó dos grupos: competidores y no competidores, el primero caracterizado por mayor riesgo de lesiones, actitud pro-musculatura, dependencia al fisicoculturismo, consumo de sustancias, adherencia al entrenamiento y alto índice de masa corporal. 

Conclusiones. Los resultados de este estudio indican un alto consumo de suplementos y de anabólicos entre usuarios de gimnasio.

BODY IMAGE STIGMATIZATION IN CHILDREN AND ADOLESCENTS

Adriana Amaya-Hernández (aamayah@hotmail.com) Mayaro Ortega-Luyando (psic.mayaro@gmail.com) Raquel Balderrama-Díaz (nutrirachel29@gmail.com) Georgina Alvarez-Rayón (alvarezr@unam.mx)

Juan Manuel Mancilla-Díaz (jmmd@unam.mx)

Universidad Nacional Autónoma de México – FES Iztacala (Financiamiento: PAPIIT- IA302618)

 

EXTRACTO CURRICULAR

Dra. Adriana Amaya Hernández

Línea de Investigación: Trastornos Alimentarios, Imagen corporal y Obesidad

 

La Dra. Adriana Amaya Hernández es egresada de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Actualmente se desempaña como Profesora de Carrera Asociado “C” T.C. en la FES- Iztacala UNAM, entre sus funciones está la formación de recursos humanos (docencia y titulación) a nivel pregrado y posgrado, además de realizar actividades de investigación. Cuenta con 14 publicaciones y se le han otorgado dos financiamientos para proyecto de investigación.

 

Palabras clave: imagen corporal, niños, adolescentes

Keywords: body image, children, adolescents

 

RESUMEN

 

En una sociedad que acepta, fomenta e interioriza la imagen corporal delgada tiene cabida la estigmatización hacia las personas que no cumplen estos estándares. El propósito de este estudio fue determinar el grado de estigmatización hacia la imagen corporal en niños y adolescentes; además de conocer si hay diferencias entre aquellos que estigmatizan y los que no en insatisfacción corporal (IC), conductas alimentarias anómalas (CAA) y autoestima. Participaron 306 niños (9-11 años) y 331 adolescentes (12-14 años), quienes respondieron: Test Infantil de Actitudes Alimentarias, Cuestionario de Imagen Corporal-16, Prueba de Autoestima para Niños y Adolescentes y los seis dibujos de Richardson que ilustran un niño “sano”, cuatro niños con alguna discapacidad ―uso de muletas, en silla de ruedas, cicatriz facial o manco― y un niño con obesidad, con los cuales se evaluó estigmatización al ordenarlos del 1 al 6 según su preferencia; finalmente, se obtuvo su índice de masa corporal. No hubo diferencias entre grupos en CAA, IC, autoestima y estigmatización, respecto a esta última se observó que los primeros dibujos seleccionados por los participantes de ambos grupos fueron personas con normopeso; mientras que, los más estigmatizados, es decir, que se eligieron en último lugar fueron los dibujos que representaban a personas con obesidad. Para cada grupo se realizaron análisis entre sexos y entre los participantes que estigmatizan y los que no, no hubo diferencias en el grupo de niños; pero sí en el grupo de adolescentes, siendo las mujeres y los que no estigmatizan quienes presentaron mayor IC, CAA y baja autoestima. Se concluye que la muestra de este estudio se encuentra inmersa en una sociedad donde se exalta el modelo de delgadez, como ideal y requisito para alcanzar el éxito social, generando un excesivo interés y/o preocupación por el peso y la forma corporal.

Modalidad de presentación: Oral

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